A certa altura notei que afinal a vida não são dois dias,
A certa altura notei que afinal quero mais,
dois dias não me chegam!
Preciso de viver, quero Viver!
Quero beber a vida e afogar a minha sede!
Quero chegar a velho,
usar paninhos na cabeça por causa do sol,
não quero ligar ao que pensam
só não quero a cabeça quente!
É isto.
Tenho muito para dizer
e quero tempo para o fazer.
sábado, março 24, 2007
Não guardo rancor das coisas que me tocam Não guardo rancor das coisas que me provocam Não guardo rancor porque aprendi com a vida assim Não guardo rancor porque consigo me exprimir assim Sou o que sou com esta alegria que é para mim Sou como sou com a tristeza que me faz assim Viajo para sentir a emoção Escondo os mundos perdidos deste meu coração Tento sempre dizer o que sinto Mas o que sinto só sai pela minha mão Sou o que sou Sou mesmo assim O meu mundo Tudo o que está dentro dele São o meu tesouro a minha páixão Sou o que sou com esta alegria que é para mim Não guardo rancor porque consigo me exprimir assim
(para ti)
terça-feira, fevereiro 27, 2007
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
E foi por esta luminosidade que espreitei
foi sem duvida a proposta que a mim fiz,
que me fez olhar e vêr.
Somos luz
Somos o prazer do branco
Somos a pureza
por vezes crua
e cruel
sábado, fevereiro 10, 2007
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
De tanto querermos as coisas direitas
não nos apercebe-mos que há coisas que foram feitas para serem tortas
é assim a vida,
é assim que deve ser.
Nós é que por vezes somos distraidos e não vemos o que realmente deve ser.
Nem tudo o que está de esquadria, está bem.
Não precisa de haver a precisão dum arquitecto,
para as coisas serem perfeitas.
Mesmo tortas
Mesmo erradas
dão gozo só de olhar
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Tanto que amas a arte
tanto que amas a recordação
a nostalgiade pensar,
no momento
de
amar
domingo, janeiro 07, 2007
sábado, novembro 18, 2006
só isto porque afinal nada mais tinha interesse, só isto porque afinal vi assim e assim gostei, só isto porque não posso deixar de ver até ao mais pequeno pormenor, só isto porque afinal...
era só isto
sexta-feira, outubro 06, 2006
Da morte
terça-feira, outubro 03, 2006
... e voamos, voamos na esperança de não cair, mas por vezes é inevitavel, caimos.
Local de imperdível passagem para os viajantes, Marvão convida a todo o tipo de Viagens, algumas menos óbvias, mais espirituais, pelos caminhos trilhados pelas gentes e sua (nossa) história. Rica viagem esta, descrita através de imagens, por um homen e uma mulher, nos seus diferentes e complementares olhares, aqui espelhando os pormenores que lhes desafiam o espírito, intensificam os sentimentos e animam a alma. Na riqueza dos contrastes do preto e branco descortinamos todos a verdadeira essência, a emoção mais profunda, a sublime pureza de um local tão carismático como Marvão. Nuno Marques, que já nos conduziu – pelo seu olhar – a outras viagens pela pintura e alguns ensaios fotográficos, apresenta-nos, nesta exposição, exclusivamente trabalhos fotográficos de especial significado. Já Lena Serra dá-nos uma primeira mostra do seu trabalho, o que há muito lhe era solicitado.
Casa da Cultura de Marvão Setembro e Outubro de 2006
segunda-feira, julho 10, 2006
e só agora percebo a sua dimensão, em que sonho, em que me perco, nesta grandeza, nesta relegião. e só agora percebo, o cansaço de sentir, a beleza na dimensão, o criar para conseguir.