sexta-feira, abril 13, 2007

A certa altura notei que afinal a vida não são dois dias,
A certa altura notei que afinal quero mais,
dois dias não me chegam!
Preciso de viver, quero Viver!
Quero beber a vida e afogar a minha sede!
Quero chegar a velho,
usar paninhos na cabeça por causa do sol,
não quero ligar ao que pensam
só não quero a cabeça quente!
É isto.
Tenho muito para dizer
e quero tempo para o fazer.
sábado, março 24, 2007

Não guardo rancor das coisas que me tocam
Não guardo rancor das coisas que me provocam
Não guardo rancor porque aprendi com a vida assim
Não guardo rancor porque consigo me exprimir assim
Sou o que sou com esta alegria que é para mim
Sou como sou com a tristeza que me faz assim
Viajo para sentir a emoção
Escondo os mundos perdidos deste meu coração
Tento sempre dizer o que sinto
Mas o que sinto só sai pela minha mão
Sou o que sou
Sou mesmo assim
O meu mundo
Tudo o que está dentro dele
São o meu tesouro a minha páixão
Sou o que sou com esta alegria que é para mim
Não guardo rancor porque consigo me exprimir assim
(para ti)
terça-feira, fevereiro 27, 2007
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
sábado, fevereiro 10, 2007
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
não nos apercebe-mos que há coisas que foram feitas para serem tortas
é assim a vida,
é assim que deve ser.
Nós é que por vezes somos distraidos e não vemos o que realmente deve ser.
Nem tudo o que está de esquadria, está bem.
Não precisa de haver a precisão dum arquitecto,
para as coisas serem perfeitas.
Mesmo tortas
Mesmo erradas
dão gozo só de olhar
domingo, janeiro 07, 2007
sábado, novembro 18, 2006
sexta-feira, outubro 06, 2006
terça-feira, outubro 03, 2006
terça-feira, setembro 05, 2006
sexta-feira, agosto 25, 2006

Marvão
Preto no Branco
Local de imperdível passagem para os viajantes, Marvão convida a todo o tipo de
Viagens, algumas menos óbvias, mais espirituais, pelos caminhos trilhados pelas
gentes e sua (nossa) história.
Rica viagem esta, descrita através de imagens, por um homen e uma mulher, nos
seus diferentes e complementares olhares, aqui espelhando os pormenores que lhes
desafiam o espírito, intensificam os sentimentos e animam a alma.
Na riqueza dos contrastes do preto e branco descortinamos todos a verdadeira
essência, a emoção mais profunda, a sublime pureza de um local tão carismático
como Marvão.
Nuno Marques, que já nos conduziu – pelo seu olhar – a outras viagens pela pintura e alguns ensaios fotográficos, apresenta-nos, nesta exposição, exclusivamente trabalhos fotográficos de especial significado.
Já Lena Serra dá-nos uma primeira mostra do seu trabalho, o que há muito lhe era
solicitado.
Casa da Cultura de Marvão
Setembro e Outubro de 2006
segunda-feira, julho 10, 2006
terça-feira, maio 02, 2006
sábado, abril 15, 2006
quarta-feira, abril 12, 2006
domingo, abril 02, 2006
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